Espaço do Internauta

quarta-feira, 25 de agosto de 2010

Babado do Goitacaz Revista


Os altos e baixos da carreira de Dado Dolabella

O ano era 2001. O elenco estreante de “Malhação”, da Globo, parecia ter brindado o público com uma promessa de galã. Dado Dolabella estreava como o conquistador Robson e logo se tornou uma unanimidade entre as telespectadoras da novelinha. Filho dos atores Carlos Eduardo Dolabella e Pepita Rodrigues, o set não era um mistério para ele, que costumava acompanhar os pais nas gravações desde pequeno.

Logo no ano de estreia, Dado se estabeleceu como o campeão de cartas entre os atores da Globo e começou a atrair atenção para si. Em curto espaço de tempo, a fama repentina, aliada à beleza e o jeitão de garoto carioca criado no Leblon o ajudaram a despertar paixões em estrelas como Deborah Secco, Danielle Winits, Maria Paula, Helena Ranaldi, Wanessa Camargo, Adriane Galisteu e Luana Piovani. 

Depois do sucesso em “Malhação”, o ator não ficou muito tempo parado, mesmo recebendo críticas, à época, por seus constantes atrasos. Ele foi escalado para atuar na minissérie “A Casa das Sete Mulheres”, de Maria Adelaide Amaral e Walter Negrão, com direção de Jayme Monjardim, que teve locações no sul do Brasil, para onde ele se transferiu temporariamente junto com o elenco. Na adaptação do romance de Letícia Wierzchowski, Dado deu vida a Bentinho, filho dos protagonistas Werner Schünemann e Eliane Giardini. Um mês depois do fim da exibição da minissérie, Dado sofre seu maior revés: morre, em maio de 2003, seu pai, Carlos Eduardo Dolabella, em virtude de falência múltipla dos órgãos. Embora o episódio tenha abatido muito o ator, ele voltou às telas no mesmo ano em uma participação no seriado “Sexo Frágil”.  
Mesmo interpretando papéis que não tiveram grande relevância desde o sucesso de sua estreia, o ator caiu nas graças do diretor Wolf Maya e no ano seguinte, 2004, teve a chance de viver o seu personagem de maior sucesso: o mulherengo Plínio de “Senhora do Destino”. A novela de Aguinaldo Silva virou paixão nacional e o personagem de Dado também. Uma curiosidade nesse trabalho foi que o ator, que levava paralelamente a carreira de cantor, conseguiu emplacar na novela uma música “Vem ni mim”, trilha para as escapadas de seu personagem.

Luan Santana aparece de mãos dadas com morena


Luan Santana foi um dos muitos famosos que compareceu a 17ª edição do Prêmio Multishow de Música Brasileira nesta terça-feira (24) à noite na HSBC Arena no Rio de Janeiro. O cantor do sucesso Meteoro deixou o local de mãos dadas com uma bela morena desconhecida.


 Luan levou o prêmio de cantor revelação em uma noite em que os consagrados Samuel Rosa, líder do Skank, e Ana Carolina ganharam os troféus como melhores cantor e cantora respectivamente. No último domingo (22), Luan fez revelações sobre sua vida no programa De Frente Com Gabi (SBT). Durante a entrevista, ele disse que perdeu a virgindade aos 16 anos e deixou claro: - Sou homem demais, gosto de mulher. Não sou gay.

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